O amor pode ser Lindo!

Espero que o amor chegue. Chegue e sente ao teu lado no sofá. Que compartilhe contigo um pedaço de bolo de milho e as bolinhas do leite int...

sábado, 31 de maio de 2014

Cecel vai longe

Essa é pra você meu filho amado!
Parabéns por sua primeira medalha!
Que muuuuuitas conquistas boas ainda sejam vividas por você.

Mamãe coruja fica feliz por ter escolhido a natação... kkkk
Quero ver ganhar de mim kkkkk
Brincadeira!!!!!

Amoooooo muito, como mamãe te fala Te Amo até no céu e volta


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Trabalho - 52 Semanas

Supervisão de Edição, preparação de texto

Livro 52 Semanas - Uma Jornada espiritual para uma vida melhor
de Olgalvaro Jr. e Fabiana Bastos

Em um tempo especial com a família, Olgálvaro Jr. e Fabiana se dedicaram a compartilhar, a partir de suas próprias experiências, mensagens que poderiam cooperar para uma jornada de novas descobertas na vida de quem as lesse.
Um passeio com os amigos, uma visita da família, uma geladeira quebrada, um banco à beira do lago, a lua e paisagens na estrada são panos de fundo para intensas reflexões sobre a vida espiritual que transcendem as realidades naturais percebidas apenas pelos cinco sentidos.
Reflexões que falam de dias de luta, de aperto no peito, de silêncio e de dor, mas também daqueles outros de alegria, de consolo e de profundas mudanças que podem ser vividas sendo sempre gratos.
Falam de maneira clara e simples de uma jornada que chamamos de vida e da importância de nos colocarmos nas mãos do Eterno para que Ele defina o nosso destino.
Cada reflexão contém sete meditações diárias para aquela semana, relacionadas ao tema escrito. São 52 semanas que fecham o ciclo de um ano.
A melhor forma de você desfrutar a experiência desta leitura é estar aberto para novas descobertas na sua trajetória de vida, posicionar-se com um estado de espírito que seja positivo, otimista, com um desejo genuíno de crescer e de amadurecer espiritualmente e que seu coração e alma estejam totalmente desejosos por um toque do Eterno.
São 52 semanas para uma vida nova.
52 semanas de uma jornada espiritual para uma vida melhor.

A primeira pode começar agora! Vamos?


Conheça outras obras da editora ou faça seu pedido: www.facebook.com/saleditora 


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Lançamento do livro dos amigos Olgalvaro Jr. e Fabiana Bastos



Acontece no dia 6 de maio, no Castelli Friends and Food, o lançamento do livro “52 Semanas- uma jornada espiritual para uma vida melhor”, obra de Olgálvaro Júnior e Fabiana Bastos. O coquetel de lançamento será realizado das 19h às 22h, com entrada gratuita.
 A obra é inspirada no período vivido pela família em Boca Raton – Flórida – EUA, onde moraram durante um ano. Os autores se dedicaram a compartilhar com os leitores experiências que mudaram suas vidas, transmitindo mensagens e auxiliando-os na busca pela jornada espiritual para alcançar uma vida melhor. O livro, publicado pela SalEditora, reúne reflexões com sete meditações diárias para cada uma das 52 semanas, que fecham o ciclo de um ano. Em cada semana, é abordado um tema, que norteiam os momentos vividos por Olgálvaro, Fabiana e seus três filhos. “Esperamos que as descobertas desse caminho proporcione ao leitor um desejo por viver coisas maiores na sua existência”, afirma o casal.
O livro será vendido no local e, na aquisição, o restaurante irá conceder 20% de desconto em seus pratos. 

Serviço:
Evento: Coquetel de lançamento do livro 52 Semanas- uma jornada espiritual para uma vida melhor
Data: 06 de maio
Horário: 19h às 22h
Local: Castelli Friends and Food, Uberlândia Shopping
Valor do livro: R$ 30,00

quinta-feira, 27 de março de 2014

Dignidade arrastada

Tento compreender os fatos que puderam levar uma mulher a ser arrastada por uma 
viatura policial pelas ruas. 
Posso aqui levantar alguns motivos para o acontecido, mas o que me veio a mente é que vivemos em um mundo que arrasta a dignidade de seus cidadãos pelos asfaltos da vida sem ao menos perceber o que tem feito com eles.
Dignidade é a qualidade de quem é digno, de quem respeita a ética,
cidadania, honradez e justiça, zelando pelos direitos de outras pessoas.
Digno é acreditar que ainda sempre poderá haver vida.
É fazer de tudo, para com todos, com o cuidado que lhes é necessário.
Digno é valorizar o humano ainda na sua morte, ainda na ausência de esperança ou de recuperação.

Arrasto a dignidade do outro quando não o reconheço humano como eu.
Quando não paro para ouvir aqueles que clamam com suas dores.
Quando fecho a minha mão para aqueles que estendem a sua em minha direção em procura de ajuda.
Quando perco a compaixão, a integridade e equilíbrio em minhas ações e reações...
Quando levanto a minha voz com extremismo contra aqueles que não podem se defender e quando me calo diante de outros que precisam da minha defesa.
Quando falho em ser amável e generoso.
Quando reajo com violência, opressão,vingança, displicência, indiferença ou desprezo...
Quando firo o outro com as minhas palavras...

Choca-nos ver no noticiário uma mulher sendo arrastada ruas à fora.
Também saber que o mesmo acontece todos os dias, bem perto de nós, quando não conosco, 
quando somos aqueles que arrastam ou que são arrastados.

 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Potes de barro

 

"Porém nós que temos esse tesouro espiritual somos como potes de barro para que fique claro que o poder supremo pertence a Deus e não a nós. Muitas vezes ficamos aflitos, mas não somos derrotados. Algumas vezes ficamos em dúvida, mas nunca ficamos desesperados. Temos muitos inimigos, mas nunca nos falta um amigo. Às vezes somos gravemente feridos, mas não somos destruídos. Levamos sempre no nosso corpo mortal a morte de Jesus para que também a vida dele seja vista no nosso corpo." 2 Coríntios 4

sexta-feira, 7 de março de 2014

Editorial de Final de Ano - FFB



Concepção do Editorial de Final de Ano do Flamboyamt Fashiom Blog - 2013

Veja aqui o editorial completo:  Editorial-FFB

O que uma criança de 4 anos deve saber?




Li o artigo  e gostei. Replico aqui!
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Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. E isso sim seria, então, sinal de adequação e o mais importante: de sucesso.
O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? Essa foi a pergunta feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se seu filho sabia o suficiente para a sua idade.
Segundo Alicia Bayer, no artigo publicado em um conhecido portal de notícias americano – The Huffington Post –, o que não só a entristeceu, mas também a irritou, foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.


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Para contrapor às listas indicadas pelas mães (em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e sobrenome, saber contar até 100), Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que pais e mães considerem o que uma criança deve saber.

Vejam alguns exemplos abaixo:
- Deve saber que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.
- Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.
- Deve saber seus direitos e que sua família sempre a apoiará.
- Deve saber rir, fazer-se de boba, ser vilão e utilizar sua imaginação.
- Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.
- Deve saber que o mundo é mágico e ela também.
- Deve saber que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.
- Deve saber que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Melhor dizendo, muito mais importante.

E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. A lista do que os pais devem saber:

- Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
- Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches elegantes, nem jogos e computadores chamativos, se não que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.
- Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz. Estamos tão obstinados em garantir a nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos dando são vidas com múltiplas atividades e cheias de tensão como as nossas. Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
- Que nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia se desfazer de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.
- Que nossos filhos necessitam nos ter mais. Vivemos em uma época em que as revistas para pais recomendam que tratemos de dedicar 10 minutos diários a cada filho e prever um sábado ao mês dedicado à família. Que horror! Nossos filhos necessitam do Nintendo, dos computadores, das atividades extraescolares, das aulas de balé, do grupo para jogar futebol muito menos do que necessitam de nós. Necessitam de pais que se sentem para escutar seus relatos do que fizeram durante o dia, de mães que se sentem e façam trabalhos manuais com eles. Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora. Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que tardemos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho. Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.

Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos?

Muito menos do que pensamos e muito mais!